Notícias

STJ rejeita recurso e mantém prisão preventiva de Deolane Bezerra nesta terça-feira

Quinta Turma nega pedido de prisão domiciliar baseado em filha menor de 12 anos; influenciadora segue detida em desdobramento de operação contra lavagem de dinheiro

Redação SOU+

Por Redação SOU+

--:--
STJ rejeita recurso e mantém prisão preventiva de Deolane Bezerra nesta terça-feira

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, nesta terça-feira (9), o pedido de liberdade provisória apresentado pela defesa da advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra. Com a decisão unânime da Corte, a empresária segue presa preventivamente no âmbito das investigações contra lavagem de dinheiro e jogos ilegais, conduzidas pela Polícia Civil de Pernambuco com o apoio de autoridades paulistas.

O recurso, que tramita sob estrito segredo de Justiça, foi avaliado e rejeitado pelos ministros da Quinta Turma da Corte Superior, em Brasília. A equipe jurídica de Deolane pedia a revogação total da prisão ou a substituição por medidas cautelares alternativas.

DEFESA ALEGOU PROTEÇÃO À FILHA MENOR O principal argumento técnico utilizado pelos advogados para tentar reverter a prisão em regime fechado foi a situação familiar da influenciadora. A defesa pleiteou o direito à prisão domiciliar alegando que Deolane é mãe de uma criança menor de 12 anos, amparando-se no Estatuto da Primeira Infância e em jurisprudências anteriores dos tribunais superiores.

No entanto, o colegiado do STJ rejeitou os pedidos por entender que as peculiaridades do caso concreto e a gravidade das acusações justificam a permanência da custódia preventiva, não cabendo a flexibilização do regime neste momento do processo.

DESDOBRAMENTOS JURÍDICOS Com a negativa do STJ, a influenciadora digital continua recolhida no sistema prisional. A decisão representa mais um duro golpe na estratégia da banca de advogados da famosa, que agora avalia a viabilidade de recorrer diretamente ao Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de um novo pedido de habeas corpus.

O caso segue sob forte monitoramento da opinião pública e gera intenso debate nas redes sociais sobre os limites das prisões preventivas envolvendo figuras de grande alcance digital.

Comentários(0)

Carregando comentários...