Posada transforma memórias de Belém em percurso musical no clipe de “Madrugada”

Artista indígena lança o vídeo neste domingo (27), no YouTube. O trabalho nasce de um passeio de bicicleta por lugares ligados à sua juventude na capital paraense.

Redação SOU+

Por Redação SOU+

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Posada transforma memórias de Belém em percurso musical no clipe de “Madrugada”
Igor de Paula

Belém entra no novo trabalho de Posada pelo caminho da memória. Um passeio de bicicleta por lugares ligados à juventude da artista indígena dá origem ao clipe de “Madrugada”, com lançamento neste domingo (27), no YouTube. A proposta reúne afeto e festa em um percurso que atravessa referências da capital paraense.

Segundo informações divulgadas pelo portal g1, esse reencontro com a cidade passa pela Matinha, pelo reggae de São Brás, pela Feira do Açaí, pelo rio Guamá e pelo Combu. São os lugares e as experiências que sustentam o ponto de partida do vídeo.

BELÉM COMO MEMÓRIA

A bicicleta é o fio condutor dessa volta aos espaços da juventude. Mais do que reunir nomes conhecidos de quem vive em Belém, o percurso apresentado na origem de “Madrugada” estabelece uma relação pessoal com a cidade. É a partir dessas lembranças que Posada constrói a proposta do clipe.

Para o público paraense, a conexão está também no reconhecimento. A feira, o rio e o reggae aparecem reunidos em um mesmo mapa afetivo, aproximando a experiência da artista de referências que fazem parte da vida cultural local. O lançamento convida a olhar esses lugares pelo vínculo que ela mantém com eles.

SONS QUE SE ENCONTRAM

Posada tem raízes familiares colombianas e conecta, em sua música, sons da Amazônia e da América Latina. Carimbó, cumbia, reggae e dancehall integram esse universo de referências, apresentado pelo g1 ao abordar a artista e o lançamento.

Esse encontro musical amplia o contexto de um trabalho que tem Belém como ponto de partida afetivo. De um lado, estão os espaços revisitados; de outro, as referências que aproximam diferentes expressões musicais.

Em “Madrugada”, a cidade chega pela lembrança e pelo movimento. O interesse desse retorno está justamente na perspectiva: lugares familiares ao público ganham uma leitura vinculada à história de quem os percorre.

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