Eleições 2026

Força do colégio eleitoral de Cametá reacende debate sobre representatividade na Alepa.

Com colégio eleitoral expressivo no Baixo Tocantins, município debate histórico de dispersão de votos e espaço no Parlamento paraense.

Redação SOU+

Por Redação SOU+

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Força do colégio eleitoral de Cametá reacende debate sobre representatividade na Alepa.
Foto / Reprodução Redes Sociais

Cametá chega ao período eleitoral diante de uma oportunidade histórica para virar a página da falta de representatividade no Parlamento paraense. Dono de um colégio eleitoral expressivo e decisivo no Baixo Tocantins, o município reúne condições plenas para eleger parlamentares próprios de forma independente, mas vem sofrendo há anos com a dispersão de votos em lideranças de fora que visitam a cidade apenas durante a campanha.

O custo dessa pulverização política é sentido diretamente pela população: sem deputados genuinamente comprometidos com as demandas do município, Cametá perde força na disputa por emendas orçamentárias permanentes, obras estruturantes e investimentos prioritários para a sede e para a zona ribeirinha.

O VALOR DO VOTO EM QUEM VIVE A REALIDADE LOCAL

Ter uma voz autêntica na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) não é mero bairrismo, mas uma estratégia urgente de desenvolvimento regional. Apenas quem conhece a rotina dos rios, as dificuldades logísticas das ilhas e os gargalos econômicos locais possui a legitimidade necessária para cobrar o governo estadual de forma contínua.

Nesse cenário de conscientização política, ganham destaque os projetos que nascem do trabalho comunitário direto e da convivência diária com a comunidade, a exemplo das ações desenvolvidas pela entidade AMAIS junto a famílias em vulnerabilidade social, refletidas na postulação de nomes como Manelzinho. A eleição se consolida, assim, como o momento ideal para o eleitorado valorizar as raízes da terra e garantir uma bancada que atue verdadeiramente pelos interesses de Cametá.

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