Belém

Belém inicia oferta da vacina Pneumo 20 nas unidades de saúde

Novo imunizante amplia a proteção contra o pneumococo em crianças menores de 5 anos e grupos especiais. As doses já estão disponíveis nas unidades de saúde.

Redação SOU+

Por Redação SOU+

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Belém inicia oferta da vacina Pneumo 20 nas unidades de saúde

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Belém começaram a disponibilizar a vacina Pneumo 20. O novo imunizante, enviado pelo Ministério da Saúde, visa ampliar significativamente a proteção da população contra infecções causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, popularmente conhecida como pneumococo. Ao todo, a capital paraense recebeu um lote inicial com mais de duas mil doses, destinadas prioritariamente a crianças menores de 5 anos.

Recém-incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS), a Pneumo 20 oferece cobertura contra 20 sorotipos diferentes da bactéria — o dobro do alcance da Pneumo 10, utilizada anteriormente no calendário infantil padrão. O pneumococo é o principal agente causador de patologias graves, como pneumonia, meningite, otite, sinusite e bacteremia, que podem evoluir para quadros críticos em crianças, idosos e pacientes com baixa imunidade.

PNEUMO 10 SEGUE DISPONÍVEL NA REDE MUNICIPAL

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) ressaltou que a chegada do novo imunizante não anula a oferta da vacina anterior. A Pneumo 10 continua disponível e sendo aplicada normalmente na rede municipal, seguindo as diretrizes do Calendário Nacional de Vacinação Infantil. Além das crianças menores de 5 anos que precisam iniciar ou completar o esquema vacinal, a Pneumo 20 também é indicada para indígenas acima de 5 anos sem histórico de imunização pneumocócica conjugada e para indivíduos com condições clínicas especiais acompanhados pelos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).

DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA PARA A APLICAÇÃO

Para receber a vacina nas UBSs de Belém, os cidadãos pertencentes aos grupos prioritários devem comparecer aos postos portando a caderneta de vacinação, o Cartão Nacional de Saúde (Cartão SUS) ou CPF e um documento oficial de identificação com foto. No caso de pessoas com condições clínicas especiais, é obrigatória a apresentação de laudo assinado por médico especialista que comprove a elegibilidade do paciente para receber o imunizante. A Sesma orienta pais e responsáveis a procurarem a unidade de saúde mais próxima para avaliar a situação vacinal das crianças.

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