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Anthropic adota marca d'água invisível no Claude para rastrear IA

A empresa implementa assinaturas digitais e padrões em textos e imagens para identificar conteúdos sintéticos, visando o cumprimento de normas globais de segurança.

Redação SOU+

Por Redação SOU+

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Anthropic adota marca d'água invisível no Claude para rastrear IA

A Anthropic oficializou a implementação de marcas d'água invisíveis e legíveis por máquina em todos os conteúdos gerados pelas novas versões da família Claude. A atualização insere padrões estatísticos diretamente na geração do texto e metadados de proveniência em arquivos digitais, tornando rastreável a origem dos conteúdos criados pela inteligência artificial.

A mudança tem como objetivo central atender às regras do Artigo 50 da Lei de IA da União Europeia, que exige a sinalização de conteúdos sintéticos para combater a desinformação e o plágio não identificado. No entanto, a desenvolvedora confirmou que a tecnologia será aplicada globalmente, abrangendo o aplicativo web do Claude, a API, o Claude Code, o Claude Cowork e plataformas parceiras, como AWS, Google Cloud e Microsoft Foundry.

COMO FUNCIONA A RASTREABILIDADE

A marcação para textos atua no próprio nível do modelo de linguagem, tecendo uma assinatura imperceptível aos olhos humanos que acompanha o texto mesmo quando ele é copiado e colado em outros programas ou sofre edições leves.

Para arquivos de imagem e documentos (como formatos .png, .jpg e .svg), a empresa adotou o padrão aberto C2PA, que anexa uma etiqueta criptográfica com o histórico e o contexto do arquivo, permitindo verificar se o material foi gerado ou alterado pelo assistente.

As novas regras já estão ativas para os modelos lançados a partir de agosto de 2024, e a Anthropic trabalha para integrar a tecnologia de marca d'água de forma retroativa aos modelos anteriores.

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